Não faça uma holding.
Pelo menos, não antes de entender o que sua família realmente precisa.
Eu digo isso porque, na prática do planejamento patrimonial e sucessório, uma das maiores armadilhas é transformar uma ferramenta em uma solução universal.
Holding não é receita de bolo e planejamento patrimonial sério não começa pelo CNPJ.
Antes de indicar qualquer estrutura, é preciso estudar profundamente aquela família: sua composição, seu patrimônio, suas empresas, seus relacionamentos, seus herdeiros, seus objetivos e, principalmente, os riscos que precisam ser prevenidos.
É necessário fazer um verdadeiro croqui da família, do patrimônio e das relações jurídicas que envolvem aquele núcleo familiar.
Só depois desse diagnóstico técnico é que se pode responder: qual é a melhor estratégia para essa família?
Pode ser uma holding? Sim.
Mas pode ser uma combinação de outras ferramentas: doação, testamento, usufruto, cláusulas de proteção, reorganização societária, seguros ou outras estruturas jurídicas.
O meu trabalho não é simplesmente criar uma holding e sim compreender a realidade de cada família e, a partir dela, construir a estratégia patrimonial e sucessória mais adequada.
Porque conhecimento técnico não está em oferecer sempre a mesma solução., mas está em saber quando usar cada ferramenta e quando não usar.
Antes da ferramenta, vem o diagnóstico.
Antes da estrutura, vem a estratégia.
E antes do patrimônio, vem a família.
Se você quer entender qual estrutura faz sentido para a sua família, comece pelo diagnóstico.
E claro fale com nosso time.



