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Edição 42 · Agosto 2026
Abordando o Direito de forma simples e direta

Não faça uma holding.

Pelo menos, não antes de entender o que sua família realmente precisa.

Eu digo isso porque, na prática do planejamento patrimonial e sucessório, uma das maiores armadilhas é transformar uma ferramenta em uma solução universal.

Holding não é receita de bolo e planejamento patrimonial sério não começa pelo CNPJ.

Antes de indicar qualquer estrutura, é preciso estudar profundamente aquela família: sua composição, seu patrimônio, suas empresas, seus relacionamentos, seus herdeiros, seus objetivos e, principalmente, os riscos que precisam ser prevenidos.

É necessário fazer um verdadeiro croqui da família, do patrimônio e das relações jurídicas que envolvem aquele núcleo familiar.

Só depois desse diagnóstico técnico é que se pode responder: qual é a melhor estratégia para essa família?

Pode ser uma holding? Sim.

Mas pode ser uma combinação de outras ferramentas: doação, testamento, usufruto, cláusulas de proteção, reorganização societária, seguros ou outras estruturas jurídicas.

O meu trabalho não é simplesmente criar uma holding e sim compreender a realidade de cada família e, a partir dela, construir a estratégia patrimonial e sucessória mais adequada.

Porque conhecimento técnico não está em oferecer sempre a mesma solução., mas está em saber quando usar cada ferramenta e quando não usar.

Antes da ferramenta, vem o diagnóstico.

Antes da estrutura, vem a estratégia.

E antes do patrimônio, vem a família.

Se você quer entender qual estrutura faz sentido para a sua família, comece pelo diagnóstico.

E claro fale com nosso time.